Auditoria do TCE-GO propõe melhorias ao sistema de regulação de saúde do Estado
Auditoria do TCE-GO propõe melhorias ao sistema de regulação de saúde do Estado
Dentre as fragilidades observadas estão problemas na estrutura física e quantidade de servidores na atividade de regulação
- person Bruno Eduardo Balduino de Souza
- schedule 24/11/2023
Auditoria operacional realizada pelo Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) resultou em 25 recomendações para que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) corrija as fragilidades encontradas no sistema de regulação dos serviços de saúde públicos ambulatorial e hospitalar no Estado de Goiás. Por acórdão relatado pelo conselheiro Kennedy Trindade, em sessão plenária on-line, encerrada nessa quinta-feira (23/nov), o Tribunal determina a expedição de um plano de ação, com cronograma de etapas, para a finalização das providências.
A fiscalização do TCE-GO observou se o Complexo Regulador Estadual (CRE) tem atuado como instrumento efetivo de garantia ao direito universal à saúde do cidadão em Goiás, visando a fiscalização da política de atenção primária à saúde, bem como a política de atenção à saúde de média e alta complexidade.
No relatório de auditoria, a equipe técnica do Tribunal considerou a estrutura física inadequada e o número de servidores insuficientes para o desempenho das atividades de regulação. Verificou também que não há política de segurança da informação que defina e padronize os controles de acesso dos usuários dos sistemas informatizados do Complexo Regulador.
Outras fragilidades apontadas dizem respeito à gestão e ao fluxo dos dados operacionalizados nos sistemas de informação do CRE, falta de transparência no site institucional quanto à orientação e à continuidade no acesso do cidadão aos procedimentos de saúde solicitados e fragilidade no fluxo da ação regulatória. Também foi verificada a falta de autonomia do CRE em relação a atuação dos Núcleos Internos de Regulação (NIR), para realização das ações e serviços da área da saúde na rede estadual, e risco de comprometimento do acesso aos serviços de consultas, de exames e de cirurgias especializadas ao cidadão.
Texto: Alexandre Alfaix
Atendimento à imprensa
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| Auditoria do TCE-GO propõe melhorias ao sistema de regulação de saúde do Estado |
| Dentre as fragilidades observadas estão problemas na estrutura física e quantidade de servidores na atividade de regulação |
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Auditoria operacional realizada pelo Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) resultou em 25 recomendações para que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) corrija as fragilidades encontradas no sistema de regulação dos serviços de saúde públicos ambulatorial e hospitalar no Estado de Goiás. Por acórdão relatado pelo conselheiro Kennedy Trindade, em sessão plenária on-line, encerrada nessa quinta-feira (23/nov), o Tribunal determina a expedição de um plano de ação, com cronograma de etapas, para a finalização das providências. A fiscalização do TCE-GO observou se o Complexo Regulador Estadual (CRE) tem atuado como instrumento efetivo de garantia ao direito universal à saúde do cidadão em Goiás, visando a fiscalização da política de atenção primária à saúde, bem como a política de atenção à saúde de média e alta complexidade. No relatório de auditoria, a equipe técnica do Tribunal considerou a estrutura física inadequada e o número de servidores insuficientes para o desempenho das atividades de regulação. Verificou também que não há política de segurança da informação que defina e padronize os controles de acesso dos usuários dos sistemas informatizados do Complexo Regulador. Outras fragilidades apontadas dizem respeito à gestão e ao fluxo dos dados operacionalizados nos sistemas de informação do CRE, falta de transparência no site institucional quanto à orientação e à continuidade no acesso do cidadão aos procedimentos de saúde solicitados e fragilidade no fluxo da ação regulatória. Também foi verificada a falta de autonomia do CRE em relação a atuação dos Núcleos Internos de Regulação (NIR), para realização das ações e serviços da área da saúde na rede estadual, e risco de comprometimento do acesso aos serviços de consultas, de exames e de cirurgias especializadas ao cidadão. Texto: Alexandre Alfaix |
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